Quem assina
Marluz Villani
Diagnostico a restrição de PMEs brasileiras (R$1M–R$50M) e assino, com nome, a única conclusão que o dono precisa atacar primeiro.
Quem assina
Diagnostico a restrição de PMEs brasileiras (R$1M–R$50M) e assino, com nome, a única conclusão que o dono precisa atacar primeiro.
Não peço confiança na minha opinião. O método da Origo Consult é desenhado para funcionar mesmo contra o meu próprio viés. Cada empresa é lida em cinco camadas — Direção, Receita, Operação, Financeira e Infraestrutura —, cada uma pontuada de 0 a 100 contra critérios objetivos. A restrição não é escolhida: ela emerge da menor nota.
Antes de qualquer conclusão virar plano, ela passa por uma auditoria adversarial. Um dos gates é um refutador cego: recebe apenas a conclusão, sem ver o raciocínio que a produziu, e tenta derrubá-la com a evidência que a contradiz. Se a restrição não sobrevive ao ataque, ela não passa. Só então eu a valido e assino — com meu nome. O rigor é de engenharia. A responsabilidade tem dono.
São mais de doze anos construindo operações comerciais do zero. Em duas empresas de tecnologia, estruturei a área comercial, montei e liderei as equipes e conduzi o faturamento de zero a patamares consistentes — US$ 1,2 milhão/ano no canal nacional de revendas de um software de gestão de impressão, R$ 1,3 milhão/ano numa operação de novos negócios B2B. Foram anos de venda consultiva de software para decisores C-level: diagnóstico, proposta, negociação e fechamento de soluções complexas de tecnologia.
Depois vim para o outro lado da mesa. Como sócio diretor, criei e dirigi uma distribuidora atacadista do zero até uma receita anual na casa dos R$ 3,6 milhões no pico, com mais de 5.000 SKUs e uma equipe comercial de 28 pessoas entre internas e externas — respondendo pelo P&L completo: comercial, compras, operações, financeiro e marketing. Três operações construídas do zero, dois setores diferentes. Não li sobre tocar uma PME numa apostila: carreguei a folha, a margem, o fluxo de caixa e a decisão de preço na mão, todo mês.
É essa a razão de eu diagnosticar restrição, e não vender consultoria genérica: já vivi as cinco camadas por dentro. Sei o que é a Receita depender do dono, o que é a Operação travar o caixa antes dele virar dinheiro, e o que é decidir preço sem ter certeza da própria margem. O método existe para achar, com número e não com opinião, qual dessas dores é a que trava a sua empresa primeiro.
O diagnóstico da Origo é ancorado em corpos de conhecimento estabelecidos, não em achismo: a Teoria das Restrições de Eliyahu Goldratt (o princípio de que todo sistema tem um único gargalo dominante), a leitura quantitativa de saúde financeira via indicadores como o Z-Score de Altman e o Termômetro de Kanitz na triagem de severidade, e frameworks de estratégia, receita e operação aplicados a cada camada.
Desde o começo de 2026, dirijo o desenvolvimento dos meus próprios produtos SaaS B2B usando IA na prática — quatro produtos em domínios distintos, construídos com Claude Code e Cursor sobre uma stack de verdade (Laravel, MySQL, Redis, React, PWA, Claude API, VPS Linux). Quando a Origo se diz AI-driven, não é vocabulário de folder. É como eu trabalho todos os dias: conheço o produto por dentro, o custo do token, o limite do modelo e o que a IA faz bem — e o que ela não faz. Essa é a mesma disciplina que aplico ao diagnóstico: a IA acelera a análise, mas a conclusão passa por auditoria adversarial e só sai com assinatura humana.
O histórico completo, com cada passagem profissional, está no meu LinkedIn.
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Sem SDR, sem intermediário. A primeira conversa é comigo — para entender o momento da sua empresa e dizer, com honestidade, se somos ou não a escolha certa.